Projeto Fantasminha

Esta semana tivemos a última aula do curso “Ensinando e Aprendendo com as TIC’s” e para concluir tal curso, tivemos que realizar e aplicar um projeto que relacionasse a cidade de Ponta Grossa com as TIC’s... Leia mais »

Receita de Brigadeiro

Essa semana apliquei uma sequência didática com o gênero textual “Receita Culinária”, aproveitei a sequência para a atividade proposta pelo PNAIC (PACTO) e fiz junto com as atividades da Lousa Digital... Leia mais »

Sequência didática: Amarelinha

odos sabemos a importância das brincadeiras para o desenvolvimento integral de nossas crianças, por esse motivo elaborei uma sequência didática... Leia mais »

Sequência didática: “Quem vai ficar com o pêssego?” – Medidas de Massa, Comprimento e Capacidade

Apliquei a algum tempo atrás uma Sequência Didática utilizando a história “Quem vai ficar com o pêssego?”, do autor Yoon Ah-Hae, com a intenção de trabalhar as medidas de massa, comprimento e capacidade em uma turma de 1º ano, de uma forma divertida e prazerosa. Leia mais »

Dentro da História – História em Quadrinhos personalizada

odo mundo sabe que sou super fã da Turma da Mônica e, navegando pela internet, encontrei um site chamado “Dentro da História”, que cria um gibi personalizado!... Leia mais »

 

10 razões para ter orgulho de dizer “Sou Professor!”

Olá pessoal, ano letivo começando, primeira semana de aula com os nossos pequenos e um mundo de coisas pra fazer! E para dar um animo a mais aos meus colegas de profissão, encontrei no site da BOL dez razões para nós termos orgulho de dizer “Sou professor!”… Ai vão elas:

Bacana, né? Encontrei também no site na revista Nova Escola a campanha #orgulho de ser professor, para fazer seu cartão, basta clicar AQUI, o meu ficou assim:

 

Gostaria também de desejar um excelente e abençoado ano letivo a todos, com muitas alegrias, aprendizagens e muito sucesso em nosso trabalho!

Beijos e até a próxima! ;*

Férias: Receitas de massinhas, tintas, gelecas e afins

Olá pessoal!

Aproveitando o finalzinho das férias, resolvi postar algumas receitinhas caseiras de massinha, tintas, gelecas e demais maneiras de entreter a criançada em casa. Todas muito fáceis, práticas e baratas de fazer! Serve também como sugestão de atividades para os professores utilizarem em sala de aula nesse início de ano letivo (e no decorrer do ano também)! ;)



Retirei as receitas do site Pra Gente Miúda e no Pinterest.

Espero que tenham gostado! Beijos e bom “restinho” de férias” ;)

Férias: Receitas sem fogão

Olá pessoal, tudo bem?

Como a criançada está de férias e geralmente sobra tempo e faltam coisas para fazer quando elas estão em casa, resolvi selecionar algumas receitas culinárias que podem ser feitas pelas próprias crianças (sempre com supervisão de um adulto, principalmente nos momentos de manipulação de facas e objetos cortantes).

Além de ser uma distração, é também um incentivo para a alimentação saudável e o mais bacana é que nenhuma delas necessita do fogão para ser realizada! ;)

E, por não utilizar fogão, também é uma dica para as professoras utilizarem com os alunos em sala de aula durante o ano letivo, uma forma divertida e prazerosa de aprender.

Estas receitas eu retirei do blog da nutricionista Alessandra, para visitar sua página é só clicar AQUI.

Se interessou pelo tema? A autora Corinne Albaut tem receitas ótimas em seu livro “40 Receitas sem fogão”, que vão desde sopas criativas até saladas divertidas, tudo muito saldável e prático, sendo feitos pelas próprias crianças.

Gostaram das dicas?

Beijos e até a próxima!

Sequência Didática: Receita de Brigadeiro

Olá pessoal, tudo bem?

Essa semana apliquei uma sequência didática com o gênero textual “Receita Culinária”, aproveitei a sequência para a atividade proposta pelo PNAIC (PACTO) e fiz junto com as atividades da Lousa Digital que precisava aplicar também, uni o útil ao agradável e fiz os dois na mesma temática! rs ;)

 SEQUÊNCIA DIDÁTICA

Tema: Gênero receita culinária

Planejamento e aplicação

Para iniciar a Sequência Didática, solicitei aos alunos que enviassem como tarefa uma receita culinária de sua preferência.

No dia seguinte, iniciamos a aula com “O sanduiche da Maricota” de Avelino Guedes (quem quiser a história digitalizada, o blog Mundinho da Criança disponibiliza ele AQUI), enfatizando a receita e os ingredientes utilizados no decorrer da história. Após breve conversa sobre “O sanduiche de Maricota”, retomamos as receitas que os alunos trouxeram de casa, analisando a estrutura do texto e seus componentes como um todo, a fim de observarmos as características existentes em um texto de gênero receita culinária.

Em seguida, elencamos quais receitas eram doces e quais eram salgadas, quais receitas eram mais conhecidas pelos alunos e qual era a receita preferida da turma. Com essas informações montamos um gráfico para melhor visualização.

Retomamos nossas atividades sobre receita culinária com o auxílio da Lousa Digital, nela realizamos diversas atividades relacionadas ao tema e pertinentes para a compreensão dos alunos. A Lousa Digital é uma ótima maneira de chamar a atenção dos alunos e tornar as aulas mais dinâmicas e prazerosas.

Para tanto, utilizamos as seguintes atividades:

No segundo dia de aplicação da sequência didática, iniciei com a história do “Camilão, o comilão” de Ana Maria Machado (quem quiser a história digitalizada, o blog Alfabetização Cefapro de Pontes e Lacerda disponibiliza ele AQUI), retomando a aula do dia anterior.

Em seguida, solicitei aos alunos para que escrevessem a receita do brigadeiro da maneira que lembrassem, com seus ingredientes e modo de preparo. Após a escrita dos alunos, elaboramos um texto coletivo, reescrevemos tal texto reestruturando-o de forma a se tornar uma receita culinária. E por fim, observamos mais uma receita de brigadeiro:

Depois de muitos estudos sobre o tema, fizemos um delicioso brigadeiro utilizando a receita acima, onde todos os alunos participaram, relembrando a receita, seus ingredientes e modo de preparo, e ajudando na manipulação dos ingredientes.

 

A sequência didática foi realizada com sucesso, os alunos adoraram escrever receitas, principalmente na hora de por em prática a receita que estudamos. Acredito que tenha alcançado o objetivo desejado, pois os educandos compreenderam a função social de tal gênero textual, além de terem adorado a experiência de manipular a Lousa Digital.

Foi uma atividade muito gratificante, os alunos amaram a Lousa Digital e se divertiram mais ainda na elaboração dos brigadeiros. Aprender brincando é mais divertido! ;)

Beijos e até a próxima!

Leia para uma criança 2015

Olá pessoal, tudo bem?

Mais uma vez venho fazer propaganda pro Banco Itaú de graça… rs… Mas a campanha é tão legal que vale a pena! Como já mencionei ano passado (aqui), a Fundação Social Itaú disponibiliza para população em geral livros infantis gratuitamente, não precisa ser correntista no banco, apenas preenche um pequeno cadastro e os livros chegam em casa, sem precisar pagar nem a taxa de envio, um projeto muito bacana de incentivo à leitura dos nossos pequenos!

Os livros disponíveis são os seguintes:

Tatu-balão - de Sônia Barros – “Conheça a história deste tatu-bola que tinha um sonho na cachola: não ser bola, ser balão.”

Dorme, menino, dorme - de Laura Herrera – “Um menino está acordado na noite escura. Não consegue dormir. Para ele, trazem música e canções, cobertores quentinhos e leite morno, mas só uma coisa o levará suavemente ao mundo dos sonhos.”

 

Para receber seus livros basta clicar AQUI e fazer seu cadastro! ;)

Toda história precisa de um herói! E ele pode ser você!!! (E os vídeos que eles fazem são um show à parte, né gente?!?)

Leia para uma criança, isso muda o mundo! ;) Beijos e até a próxima!

III Congresso de Educação de Ponta Grossa

Olá pessoal, tudo bem?

No mês de setembro ocorreu em Ponta Grossa o III Congresso de Educação, juntamente com a feira do livro, um evento gratuito que reuniu diversas livrarias, disponibilizando para a população uma grande variedade de títulos, desde livros infantis até livros para gente grande…

Juntamente com a feira, haviam vários contadores de histórias divertindo as crianças (e adultos como eu… rs), além de palestras destinadas à área da educação (e a quem mais tivesse interesse) e a mostra pedagógica das escolas do município… Tudo muito lindo e bem organizado!

Pense se eu não amei!!! rs… Comprei livros, escutei diversas histórias e palestras, além de ter tido várias ideias com as mostras das escola.

Um grande evento realizado com sucesso! Os organizadores estão de parabéns! ;)

Segue abaixo algumas fotos do nosso III Congresso de Educação

(Imagem acima retirada do site da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa)
Pensem em uma pessoa que gosta de eventos e feiras de livros… rs
Beijos pessoal e até a próxima! ;)

Projeto Fantasminha

Olá pessoal, tudo bem?

Esta semana tivemos a última aula do curso “Ensinando e Aprendendo com as TIC’s”, com a professora Ju Soltes, e para concluir tal curso, tivemos que realizar e aplicar um projeto que relacionasse a cidade de Ponta Grossa com as TIC’s. Por esse motivo escolhi o Operário Ferroviário Esporte Clube, que traz muito da história de nossa cidade em sua história!

Segue abaixo o projeto que realizei!  

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE PONTA GROSSA

NÚCLEO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PROFESSOR ANTÔNIO ARMANDO CARDOSO DE AGUIAR

PROJETO FANTASMINHA

1- IDENTIFICAÇÃO:
NOME DA ESCOLA: Rubens Edgard Fürstenberger
SÉRIE: 2º ano.
NÚMERO DE ALUNOS: 24 alunos.
PROFESSOR RESPONSÁVEL: Giseli Romaniw Pilarski

2- PROBLEMÁTICA A SER ESTUDADA:
O “Projeto Fantasminha” visa aproximar os educandos da história da cidade de Ponta Grossa, alicerçada nos mais de 100 anos de tradição e cultura trazidos pelo Operário Ferroviário Esporte Clube. Tudo isso, utilizando a tecnologia como fonte de estudo e pesquisa, aproximando a história dos nossos antepassados a realidade vivenciada nos dias de hoje por nossos alunos.

3- JUSTIFICATIVA:
O Operário Ferroviário Esporte Clube, tem intima ligação com a história e crescimento de nossa cidade. Defino (2013) nos relata que assim como a Taça de Viva Velha, o Operário é um símbolo de Ponta Grossa, que nos representa por todo o país.
Além disso, através deste admirável time de futebol, podemos compreender a relação de trabalho que tínhamos a cem anos atrás, bem como a importância das ferrovias e como isso influenciou no crescimento de nossa cidade.
Com as tecnologias disponibilizadas em nossa escola poderemos compreender todos estes aspectos de forma atual e contextualizada, aproximando a história de Ponta Grossa aos nossos alunos, por meio do futebol.

4- OBJETIVOS:
Este projeto tem como objetivo aproximar a história de Ponta Grossa aos alunos, contextualizando-a com a trajetória do Operário Ferroviário Esporte Clube, com o apoio de recursos tecnológicos a fim de aproximar este conhecimento a realidade e interesse dos alunos.

5- CONTEÚDOS:

  • Conversa dirigida;
  • Diferentes tipos de gêneros textuais;
  • Escrita de textos coletivos;
  • Escrita de texto individuais;
  • Leitura dirigida de textos verbais e não verbais;
  • Utilização de fontes históricas;
  • História da cidade de Ponta Grossa;
  • Utilização e manipulação de recursos tecnológicos.

6- DISCIPLINAS ENVOLVIDAS:

  • Língua Portuguesa;
  • Matemática;
  • Conhecimentos Sociais;
  • Artes.

7- METODOLOGIA/PROCEDIMENTOS/CRONOGRAMA:
Metodologia de natureza participativa, onde os alunos terão contato com o conhecimento e também irão praticá-lo, participando ativamente da aquisição do conhecimento.
A realização do projeto será em uma turma de 2º ano, com alunos de seis a sete anos de idade, sendo desenvolvido através de conversas e trabalhos em grupos, pesquisas na internet e discussões sobre a história do Operário Ferroviário Esporte Clube, que está diretamente ligada com a história de nossa cidade
O projeto será aplicado em um período de 7 dias letivos, sendo realizado a partir do seguinte cronograma:

  • 1º dia: Conversa sobre o tema, seguida da leitura e listagem dos pontos mais importantes do livre “Operário e Operarianos – A história do Operário Ferroviário para crianças” de Ângelo Luiz de Col Defino. Em seguida, os alunos farão uma pesquisa na internet sobre o clube, apresentando para os colegas o que encontram em tal pesquisa. Como tarefa, os alunos deverão pesquisar com seus pais e parentes, assuntos relacionados com o clube.
  • 2º dia: Elaboração de um mural com a pesquisa dos educandos, estudo dos livros “Imortal Operário Ferroviário – as histórias do Fantasma de Vila Oficinas” de Defino e “Futebol Ponta-grossense – recortes da história” de José Cação Ribeiro Junior, com a utilização de cartazes com a história do Operário através de imagens e fotos. Confecção artística de um fantasma, símbolo do clube. A tarefa será uma cruzadinha relacionada com o Operário Ferroviário.
  • 3º dia: Elaboração de um texto coletivo onde os alunos relatarão um possível jogo do Operário com algum outro time de sua escolha. Ilustração da redação no caderno de desenho. Situações problemas de âmbito matemático relacionando o clube com os problemas a serem resolvidos.
  • 4º dia: Elaboração de uma cartaz com notícias sobre do clube. Escrita de e-mails destinado aos jogadores do time, relatando sobre seus estudos e suas expectativas sobre o time. Jogo de futebol disponível no G Compris, estimulando a coordenação e agilidade dos alunos.
  • 5º dia: Conversa sobre o tema e elaboração de perguntas a serem realizadas com os jogadores do Operário.
  • 6º dia: Aula passeio ao Estádio Germano Krüger. A tarefa neste dia será a elaboração de um texto sobre o passeio.
  • 7º dia: Digitação dos textos realizados pelos alunos. Estes estarão disponíveis na biblioteca da escola, em formato de um livro, a fim de socializar a ideia dos alunos.

9- REGISTRO DO PROCESSO:
O “Projeto Fantasminha” teve início com conversas sobre o tema, seguida de estudos e pesquisas (tanto na escola, como em casa). A utilização de livro e os recursos tecnológicos foram de fundamental importância para a realização do projeto.
Após a aquisição de conhecimento teórico sobre o tema, os alunos fizeram uma aula-passeio ao estádio Germano Kruger, onde puderam conhecer na prática a realidade estudada.

Obs.: A nossa visita ao estágio também foi registrada pelo site do Operário, para acessar clique aqui!
Acredito que conciliar a história de nossa cidade com a história do Operário Ferroviário tornou a aquisição de tal conhecimento algo mais atrativo e significativo para nossos alunos.

10- AVALIAÇÃO E RESULTADOS ESPERADOS:
De forma geral, acredito que o projeto conseguiu atingir seus objetivos, pude trabalhar a história de Ponta Grossa de uma forma atrativa, conciliando-a com o nosso futebol, além de inserir a tecnologia neste processo, tornando as aulas mais divertidas e prazerosas.

11- DIVULGAÇÃO:
A divulgação do nosso trabalho se deu através de um livro com a relato dos alunos sobre a visita ao campo do Operário Ferroviário. Este, que além das redações conterá também fotos do passeio, ficara disponibilizado na biblioteca da escola, para que outros alunos tenham acesso.
A tecnologia foi de fundamental importância em nosso projeto, através dela, podemos pesquisar e torna possível muitas etapas no nosso projeto, sendo uma forma atrativa e prazerosa de estudar a história do Operário Ferroviário, juntamente com a história de Ponta Grossa.

12- Referências
DEFINO, A. L. de C. Operário e Operarianos – A história de Operário para crianças. Ponta Grossa: Estratgium, 2013.
DEFINO, A. L. de C. Imortal Operário Ferroviário – as histórias do Fantasma de Vila Oficinas. Ponta Grossa: Estratgium, 2012.
RIBEIRO, J. C. Futebol Ponta-grossense – Recortes da história. Ponta Grossa: UEPG, 2004.

Até a próxima! ;)

Viagem nacional Estudo do meio – Amazonia

Olá pessoal, tudo bem?

Há um tempo, participei de um projeto chamado “Estudo do meio”, o qual era destinado a professores da rede pública de ensino da cidade de Ponta Grossa. Nesse projeto, estudávamos conceitos teóricos e depois os vivenciávamos na prática; segundo a professora Tereza Jussara Luporini, o projeto Estudo do meio tinha como objetivo “(…) oportunizar o desenvolvimento de práticas que qualifiquem os profissionais participantes como autores de sua própria prática, por meio do estudo e da visitação aos patrimônios histórico-culturais e ambientais do município, da região e do país.” (A fala pra professora Teju foi tirada do site da Prefeitura de Ponta Grossa, quem quiser ler o texto na integra é só clicar aqui.)

E em uma dessas experiências, viajamos para a Amazônia, a fim de conhecermos a cultura local, os costumes, a história, a gastronomia, enfim, conhecer na prática o que até então só tinha visto em livros. Foi uma viagem interessantíssima, é incrível ver como nosso país é grande, tudo lá era diferente, a cultura, o clima, a comida… Uma riqueza de conhecimentos sem fim! Este passeio aconteceu entre os dias 6 a 10 de agosto de 2012, já faz um tempinho, mas foi uma experiência tão bacana que resolvi dividir ela com vocês! ;)

Fotos das professoras que participaram da viagem do Estudo do meio, em frente ao Teatro Amazonas, em Manaus.

Partindo desta encantadora viagem, aplicamos nossos conhecimentos em sala de aula. Desta forma, meu planejamento ficou da seguinte forma:

Aplicação das atividades:

Trabalhei em linhas gerais o que conheci na Amazônia, os animais, as plantas, frutos, rios e costumes locais, sempre considerando a faixa etária dos educandos, explicando e relatando os conhecimentos de forma que todos compreendessem e tomassem para si tal ensinamento.

Iniciei as atividades mostrando algumas fotos dos animais que vi, dos rios, da vegetação, entre outros, em seguida, fizemos uma lista das coisas que mais chamaram atenção nas imagens apresentadas e as registramos no caderno. O resultado foi à seguinte listagem: onça, jacaré, cobra, arara, árvore, rio e boto cor de rosa.  Após o registro no caderno, confeccionamos um índio de dobradura, seguida de sua pintura e caracterização, sempre conversando sobre o tema.

Com as dobraduras devidamente finalizadas, a turma foi dividida em cinco grupos, cada grupo recebeu uma folha de cartolina e tinta para desenharem em coletivo o que compreenderam como “Floresta Amazônica”.

Em seguida, cada grupo apresentou para classe seu cartaz e o que desenharam no mesmo. Foi uma experiência muito interessante, pois na explicação foi possível perceber onde estava o rio, a localização das árvores e até mesmo dos animais presentes em seus desenhos. Na finalização, foram colados nos cartazes os índios feitos de dobradura.

A tarefa para casa era realizar uma pesquisa e trazer para escola recortes sobre qualquer assunto relacionado com a floresta estudada, a fim de construirmos um cartaz coletivo com as pesquisas feitas. Muitos foram os materiais trazidos para a escola e, no dia seguinte, elaboramos o cartaz,  como podemos observar na imagem abaixo.

Em seguida, pintamos um desenho (retirado deste site) onde encontramos diversos fatores estudados, como o boto, as araras, os índios, os rios e vegetação, além de outros animais.

Tendo em vista que os animais chamaram mais a atenção dos alunos, realizei a leitura da história “As Araras”, um livro de Mary e Eliardo França, que relata bem o convívio das araras, suas moradias, alimentação e curiosidades da espécie. Em seguida, cada educando relatou através de desenhos em seus cadernos, o que compreenderam da vida de uma arara, retratando o que mais lhe chamou a atenção.

Para finalizar o tema estudado, cada aluno recebeu um bombom recheado com doce de Cupuaçu, alimento típico da região Amazônica, e fruto estudado pelas crianças.  Uma forma de sentirem um dos sabores da região, trazendo um pouco mais da realidade da Amazônia para dentro da sala de aula.

E este foi meu trabalho sobre a Amazônia, simples e já realizado a algum tempo, mas que ainda tem grande valor pra mim! ;)

Beijos e até a próxima!

Maratona Intelectual – 31º JEM

Olá pessoal, tudo bem?!?

No mês de maio aconteceu o 31º Jogos Estudantis Municipais de Ponta Grossa. Dentre as inúmeras competições que acontecerem no decorrer dos jogos, uma delas foi a Maratona Intelectual, onde diversos alunos competiram entre si, utilizando seus conhecimentos intelectuais ligados a várias áreas.

E eu tive a honra de ter um de meus alunos premiados na Maratona Intelectual, uma imensa alegria em saber que entre vários alunos, de diversas escolas, tanto públicas, quanto particulares o Lucas ficou em 2º lugar em sua categoria, sendo que “gabaritou” a prova, não ficando em primeiro pelo fato de ter entregado e prova minutos depois de seu adversário. (Esses meus alunos só me dão alegrias… rs).

Por esse motivo, a Prefeitura Municipal de Ponta Grossa fez uma premiação para os alunos vencedores, como podemos ver no artigo publicado pela prefeitura (por imprensa em Quinta-feira – 28/05/2015 – 19:32):

 “Os 31º Jogos Estudantis Municipais (JEM) têm um momento especial nesta sexta-feira (29), às 19 horas, no Cine Ópera, com a entrega da premiação aos destaques da maratona intelectual, que teve a participação recorde de 657 alunos de 94 escolas e foi realizada no Colégio Sant’Ana, com elaboração, aplicação e correção das provas a cargo da Secretaria Municipal de Educação. A relação dos premiados já é conhecida, mas apenas durante a cerimônia de premiação será divulgada a colocação de cada participante. Confira os nomes dos alunos com melhor desempenho: (…) Lucas Krüger Carneiro – Rubens Furstemberger (…)”

 A premiação aconteceu no dia 28 de maio, mas só agora consegui algumas fotos do evento (rs)… Caso alguém saiba como adquiro as fotos oficiais, entre em contato comigo, por favor!

 

Crédito das fotos: Professor Maurício Kusnick

Lucas e família, mas uma vez parabéns pelo esforço e dedicação! Está ai a prova de que a escola e a família unidas só tende a dar certo, produzindo bons frutos.

Beijos :*

Utilizando imagens da realidade

Boa noite!

Na aula de “Ensinando e Aprendendo com as Tic’s”, com a professora Juliana Soltes, planejamos uma aula a partir de imagens capturadas ao redor da escola. Como a Instituição onde realizamos o curso é localizada em uma região alta de nossa cidade, foi fácil observar a riqueza de imagens que teríamos acesso.

Partindo disso, elaborei minha aula baseada nas paisagens que encontramos nesta região, destacando a Zona Urbana, com as áreas centrais, residenciais e industriais.

Abaixo segue o planejamento para tal aula:

UTILIZANDO IMAGENS DA REALIDADE – ESTUDANDO A NOSSA CIDADE

Objetivos:

-Reconhecer as diversas áreas da Zona Urbana, na cidade de Ponta Grossa;

-Identificar em qual área da Zona Urbana está localizada a residência do aluno;

-Observar as diferenças encontradas nas áreas da Zona Urbana;

-Observar os tipos de moradia encontrados em nossa cidade.

Incentivação: Explorar as imagens captadas no entorno na escola, mostrando o que podemos encontrar nas áreas da nossa Zona Urbana, como a área central, residencial e industrial.

Explicação: Podemos compreender a importância de explorar de as áreas, as paisagens e os diversos tipos de moradias encontrados em nossa cidade. Para isso, vamos relacionar as fotos capturadas no entorno da escola, relacionando com a realidade dos alunos, questionando em qual localidade os educandos moram, se conhecem outras áreas e a utilidade das mesmas (ressaltando a importância da área industrial para o crescimento de nossa cidade, a área central como ponto de comércio em nosso município e os bairros como local de moradia).

Atividade:

- Confeccionar uma maquete, destacando as diferentes áreas da Zona Urbana encontradas em nossa cidade (central, residencial e industrial).

- Fazer uma redação coletivamente, narrando o que os alunos compreenderam do assunto estudado, relacionando com o seu cotidiano e a realidade em que vivem.

- Ilustrar em uma folha o seu tipo de moradia e a residência de seus vizinhos. Estes, serão dispostos em mural e exposto para a escola.

Agradecimento especial a colega de turma Janaina Hornung, que me ajudou na obtenção das imagens.

Beijos e até a próxima! ;)